
O atleta foi enquadrado no artigo 254-a do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que fala sobre agressão a membros de arbitragem. Neste caso, a pena mínima seria 180 dias. A defesa do Corinthians tentou desqualificar para o artigo 250, “praticar ato desleal ou hostil”, com punição mínima de três jogos.
"Estamos convencidos de que não foi uma agressão. Se fosse, ele iria com a mão fechada. É o braço dele que tenta se afastar do árbitro, que estava no meio da jogada. Não houve dolo", disse o advogado alvinegro, João Zanforlin. O jogador também esteve presente no julgamento e afirmou que não teve intenção de agredir o árbitro Raphael Clauss.
Mas a maioria da Comissão Disciplinar acatou o argumento da procuradoria e votou pela suspensão de Petros por 180 dias. Três dos auditores, incluindo o presidente da sessão, optaram pela punição, enquanto outros dois pediram uma ou três partidas fora.
Na saída do Superior Tribunal de Justiça Desportivo, Petros lamentou a decisão e espera uma reversão para ele não ficar tanto tempo de fora dos gramados.
"Sempre trabalhei e superei os obstáculos que tive na minha vida, tenho certeza que vou passar por este também. A gente espera que o Jurídico seja competente como sempre foi, que consiga reverter, porque não é justa essa decisão."Veja tambémLuiz Gustavo provoca nova briga no Leão e dá tapa na cara de menino do sub-17
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