
A polícia argumentou que Sanchez segurava um cano de 60 centímetros e que havia "começado a se mover" com ele. Os agentes pediram reforço. O capitão Bo Mathews explicou que o homem não respeitou os comandos verbais e foi em direção aos policiais.
Mas a vizinha Julio Rayos contou à "NewsOk" que os policiais atiraram mesmo com os gritos de moradores de que Sanchez era surdo e não podia ouvi-los. Ele relatou que o vizinho tinha problemas de aprendizado e mal falava. Para ela, o gestual de Sanchez era sua maneira frustrada de se comunicar com os policiais.
O capitão, no entanto, defendeu os agentes e argumentou que, em situações voláteis, em que há uma arma, os policiais focam na ameaça e não conseguem ouvir mais nada ao redor.
Alvo da polícia após um atropelamento que não deixou mortos, o pai de Sanchez confirmou que o filho era surdo. Os dois policiais envolvidos na ação, que podem responder por homicídio, foram deslocados a serviços administrativos durante a investigação.
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Redação iBahia
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