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Baianos passam a pagar mais caro por produtos internacionais; entenda

Consumidores de dez estados brasileiros, dentre eles a Bahia, vão pagar até 40% a mais em produtos internacionais a partir de abril

Helena Vilaboim • 02/04/2025 às 13:02 - há XX semanas

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Desde o dia 1º de abril os brasileiros de dez estados passaram a pagar mais caro por produtos internacionais. Isso porque a porcentagem do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de produtos internacionais subiu de 17% para 20%. O Fala Bahia convidou o especialista Ricardo Xavier para esclarecer as dúvidas dos ouvintes sobre o assunto.


				
					Baianos passam a pagar mais caro por produtos internacionais; entenda
Foto: Reprodução / Fala Bahia

Advogado tributarista e professor universitário, Ricardo explica que a decisão não é novidade, apenas está sendo implantada neste ano: "Essa decisão foi tomada através de uma reunião do COMCEFAZ que foi realizada em dezembro de 2024".

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A decisão foi tomada durante uma reunião entre secretários da fazenda, representantes da Receita e de tributações de diversos estados brasileiros. Ricardo ainda lembra que essa é "taxação da blusinha", que ficou conhecida em junho de 2024.

O especialista lembra: "A lei cancelou a isenção de produtos até $50, o que onerou ainda mais a importação simplificada, que é muito realizada pelos pequenos contribuintes através de sites como o Marketplace, como a Shein, a Ali Express..."

Especialista explica quem sai pagando mais com os produtos internacionais

O advogado tributarista explica que quem vai sofrer mais é o "consumidor final, [...] a partir do momento que esses produtos chegam no correio, eles são obrigados a fazer o recolhimento da importação e do imposto de importação" dos produtos comprados internacionalmente.

"Após reclames do comércio, da indústria, de que há uma concorrência desleal entre produtos importados, especialmente de produtos chineses, e os produtos fabricados no Brasil, sendo necessário uma majoração dessa tributação, para que tenhamos aí um equilíbrio de mercado".

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